Bia Kicis (PL) participou, pela manhã, de um encontro com mulheres do partido ao lado do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, defendendo apoio à liderança de Flávio e apontando a esquerda como principal geradora de fissuras na direita. O encontro ocorreu no dia 1º de julho de 2026.

Durante o evento, a deputada afirmou que o principal responsável pela divisão entre os setores da direita é a esquerda e Alexandre de Moraes, citando o impacto dessas pressões nas famílias políticas. Ela ressaltou que essas tensões ajudam a explicar parte do desgaste enfrentado por Bolsonaro e pela relação com Michelle.
“Quem está nos dividindo é a esquerda. É Alexandre de Moraes. É por causa dele que Jair Bolsonaro está preso, em casa. É por causa dele que a Michelle está sofrendo…”, comentou a parlamentar, ao enfatizar que a responsabilidade recai sobre um espectro político que, na sua leitura, tenta fragilizar o movimento de direita.
Ainda durante o encontro, Kicis externalizou seu apoio a Flávio Bolsonaro, afirmando que “Foi ele que o Bolsonaro indiciou. Flávio é o nosso líder e será o nosso presidente.” Em meio ao cenário, a líder afirmou que as críticas vindas da esquerda não devem alimentar uma guerra, e que o foco deve permanecer na defesa de suas propostas e no equilíbrio entre as correntes do movimento.
A reunião ocorre num contexto de crise pública entre Flávio e Michelle, iniciada na semana anterior após a ex-primeira-dama divulgar vídeos em que relata ter sido humilhada, desrespeitada e maltratada pelo enteado. Michelle também afirmou que divergências sobre a estratégia do PL no Ceará – em especial a aproximação com o ex-governador Ciro Gomes – contribuíram para o atrito, levando-a a deixar a presidência nacional do PL Mulher. A leitura geral aponta para um momento de acirramento entre facções do bolsonarismo, com as lideranças buscando manter coesão em meio às pressões eleitorais.
Como que isso se desenha para o ambiente político daqui em diante? A expectativa de apoio a Flávio Bolsonaro, reforçada pela fala de Kicis, indica uma aposta na unidade da base ao mesmo tempo em que o grupo enfrenta desafios internos. E você, como interpreta esse cenário de alianças e tensões dentro do PL rumo às próximas eleições? Compartilhe sua opinião nos comentários e ajude a construir a leitura sobre o momento político atual.
