Richarlison reposta vídeo com críticas a Flávio Bolsonaro por mansão

Escrito por: Diógenes Cunha

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Richarlison envolve-se em disputa judicial sobre mansão em Angra dos Reis; STJ mantém decisão favorável à empresa de Willer Tomaz

Palavras-chave: Richarlison, Angra dos Reis, mansão, Rogério Correia, Flávio Bolsonaro, STJ, Sport 70, WT Administração, Willer Tomaz, Renato Rocha Velasco

Meta descrição: Richarlison repostou vídeo envolvendo a denúncia de tomada de mansão em Angra dos Reis; STJ mantém decisão favorável à empresa de Willer Tomaz, em disputa com o jogador.

Reprodução/Instagram @richarlison; Luis Nova/Metrópoles @LuisGustavoNova
Richarlison e Flávio Bolsonaro

Belo Horizonte — O atacante brasileiro Richarlison repostou um vídeo do deputado Rogério Correia (PT-MG) em que ele afirma que a Justiça deu ganho de causa para Correia após Richarlison ter sido processado pelo presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) por denunciar a “tomada” de uma mansão do jogador no Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro.

“O Richarlison adquiriu um imóvel por R$ 10 milhões, em Angra dos Reis, uma mansão. O Flávio Bolsonaro gostou daquela mansão e conseguiu retirar de lá o Richarlison, o seu caseiro e se apoderou da mansão”, afirma o político no vídeo.

Esta não é a primeira vez que o atleta afirma ter perdido ou perdido o controle de imóveis. Em outras publicações nas redes, ele afirmou ter gasto quase R$ 10 milhões e que a casa lhe foi tomada, sem recebimento até o momento.

Disputa jurídica — Apesar das falas, a controvérsia envolve a empresa Sport 70, ligada ao jogador e ao empresário Renato Rocha Velasco, com quem Richarlison mantém rompimento, e a WT Administração, do advogado Willer Tomaz, aliado de Flávio Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro foi arrolado como testemunha no processo pelos advogados de Richarlison, após ter visitado a mansão antes da conclusão da negociação e ter retornado ao local posteriormente.

Decisão da Justiça — O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em 2025, manter a decisão do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva que assegurou a posição favorável à empresa envolvida com Tomaz. O grupo ligado a Richarlison sustenta que o recurso exigiria uma nova análise de provas e contratos já avaliados em instâncias anteriores.

Fonte — Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, parceiro do PrimeiroJornal, o conteúdo foi adaptado para esta cobertura local.

Crédito: Reprodução/Instagram @richarlison; Luis Nova/Metrópoles @LuisGustavoNova

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