Resumo: Rio de Janeiro recebe a segunda fase da Operação Argus, investigação de cárcere privado, extorsão e lavagem de dinheiro. Quatro suspeitos presos e uma vítima libertada na primeira fase; prejuízo estimado em R$ 500 mil. Buscas ocorrem em Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Mesquita, Rio de Janeiro e Paraná; contou com apoio de DGPB e DGPE.

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Rio de Janeiro — A segunda fase da Operação Argus, deflagrada nesta sexta-feira (14/8), mira uma quadrilha investigada por cárcere privado, extorsão e lavagem de dinheiro. Quatro suspeitos foram presos e uma vítima libertada na primeira fase, segundo a Polícia Civil.
De acordo com a investigação, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas entre os integrantes, incluindo captação e monitoramento das vítimas, privação de liberdade, obtenção coercitiva de dados e senhas bancárias, e, em seguida, a movimentação e ocultação dos valores subtraídos.
Um caso citado envolve uma vítima mantida refém por aproximadamente oito horas, sob ameaça de arma de fogo, até fornecer senhas e acessos bancários aos criminosos.
Na primeira fase, três homens ligados ao grupo foram presos, e policiais da DAS e da 59ª Delegacia de Polícia libertaram uma vítima mantida em cárcere privado.
Nesta segunda fase, os investigadores buscam cumprir mandados de busca e apreensão nos municípios de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Mesquita e Rio de Janeiro, além do Paraná. A ação conta com o apoio do DGPB e do DGPE.
A investigação também visa aprofundar o levantamento da estrutura financeira da organização e identificar outros envolvidos.
