Bahia: 97 gols sofridos em 56 jogos fora de casa no Brasileirão desde Rogério Ceni

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: Arena Condá recebe Bahia e Chapecoense empatam em 3 a 3, após o Bahia abrir 3×0; Ceni cobra mais concentração e “malandragem” para administrar vantagens. Em 56 jogos fora de casa, sob o comando de Rogério Ceni, Bahia soma 14 vitórias, 15 empates e 27 derrotas (97 gols sofridos). Time aparece entre os quatro melhores visitantes do Brasileirão atual.

Arena Condá, Chapecó (SC) – No último domingo (16), Bahia ficou três vezes à frente do placar e abriu vantagem de 3 a 0, mas a Chapecoense buscou o empate para fechar a partida em 3 a 3, em duelo do Brasileirão. O Tricolor iniciou o jogo com a defesa que vinha sendo utilizada, formada por Ronaldo, Román Gómez, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba.

No segundo tempo, após o Bahia marcar o terceiro gol e manter a vantagem pela terceira vez, Rogério Ceni promoveu mudanças: Luciano Juba deixou o campo para a entrada de Zé Guilherme, Román Gómez cedeu lugar a Caio Alexandre e Nicolás Acevedo foi deslocado para a lateral direita, ajustando a estrutura defensiva.

Seis minutos depois do terceiro gol tricolor, a Chapecoense retornou ao empate. Após a partida, Ceni classificou como “inaceitável” a facilidade com que o adversário chegou aos gols, destacando falhas defensivas e a necessidade de manter concentração.

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Foto: Catarina Brandão / EC Bahia.

97 GOLS SOFRIDOS FORA DE CASA Apesar da evolução do Bahia como visitante em 2026, os números desde a chegada de Rogério Ceni apontam uma dificuldade recorrente longe de Salvador. Em 56 partidas como visitante, o Tricolor tem 14 vitórias, 15 empates e 27 derrotas, totalizando 97 gols sofridos.

Nesse período, a Bahia, na edição atual do Brasileirão, figura entre os quatro melhores visitantes da competição, desempenho superior ao das duas temporadas anteriores sob Ceni. Contudo, a soma de gols sofridos em jogos fora de casa continua sendo ponto de atenção, com derrotas expressivas como 5 a 1 para Mirassol, 4 a 1 para Remo e 3 a 1 diante do América-MG, além do recente empate com a Chapecoense.

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Foto: Catarina Brandão / EC Bahia.

“FALTA MALANDRAGEM” Na entrevista coletiva após a partida na Arena Condá, Ceni voltou a cobrar o sistema defensivo. Para o treinador, além da falta de concentração, o Bahia precisa apresentar maior “malandragem” para administrar momentos em que está à frente do placar.

“Não podemos ter desatenções como foi hoje. Sair na frente três vezes. Com todo respeito pelo que tenho à Chapecoense, que tem chance de terminar na zona de rebaixamento, falta malandragem, concentração. Não pode ceder tantas oportunidades a um adversário que parece ter caminho definido”, afirmou.

Resumo: Bahia, eliminado da Libertadores e da Copa do Brasil, foca no Brasileirão. Após o empate em Chapecó, o técnico Rogério Ceni aponta falhas de concentração mesmo com mais tempo de treino. O time tem oito jogos como visitante pela frente, enfrentando Vitória, Red Bull Bragantino, Athletico-PR, Palmeiras, Santos, Cruzeiro, Grêmio e Botafogo, na busca por defender melhor.

Chapecó — o Bahia teve sua atuação analisada pelo técnico Rogério Ceni após o empate na cidade, sinalizando a retomada do foco no Campeonato Brasileiro, já que o time foi eliminado da Libertadores e da Copa do Brasil.

“Falta de foco, temos treinado até mais. Menos tempo de folga, descanso, mais tempo de treinamento. Ficou muito fácil fazer um gol na gente, cedemos com muita facilidade. Não podíamos tomar os gols que tomamos. Adversário chegou com facilidade. Atípico, não fazíamos três gols, mas não tínhamos problemas defensivos assim. Perdemos a concentração”, completou.

Eliminado da Libertadores e da Copa do Brasil, o Bahia terá somente o Campeonato Brasileiro pela frente até o fim da temporada.

Dos compromissos restantes, oito serão longe de Salvador. O Tricolor ainda visitará Vitória, Red Bull Bragantino, Athletico-PR, Palmeiras, Santos, Cruzeiro, Grêmio e Botafogo.

A sequência colocará novamente à prova justamente um dos aspectos cobrados por Ceni após o empate em Chapecó: transformar a evolução nos resultados como visitante em maior segurança defensiva.

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