Resumo: O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizou o retorno do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede). O canal, ligado à campanha de Lula, deveria estar registrado no TSE. A suspensão anterior, pedida pela campanha de Flávio Bolsonaro, foi revertida pelo corregedor-geral eleitoral, mantendo a análise no plenário.
Horas após a derrubada do canal, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizou o retorno do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede). O canal, ligado à campanha de Lula, deveria estar registrado no TSE, conforme apontado pela própria corte.
A decisão ocorreu após o ministro identificar que o endereço do canal havia sido informado pela campanha de Lula no processo de registro de candidatura.
Na decisão, Kassio Nunes Marques afirmou que a suspensão do canal não se justifica mais após o registro da página no TSE. Antes do registro, ele havia condicionado o funcionamento do canal ao atendimento da medida.
O canal já havia sido censurado no último domingo (11), a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). A ação alegava disseminação de conteúdos falsos sobre Nossa Senhora, a conexão de Flávio Bolsonaro com milícias, lavagem de dinheiro na Kopenhagen e cortes no INSS. A decisão do presidente do TSE foi revertida horas depois pelo corregedor-geral eleitoral, Ricardo Cueva, até que o plenário analise o caso.

