PEC 221/2019 aprovada em segundo turno pelo Senado Federal, alterando a jornada de trabalho para o regime 6×1.
Votos: 75 a favor e 1 contra; votação ocorreu na noite de quarta-feira, 14.
A decisão veio após aprovação de requerimento de quebra de interstício regimental, em meio a acusações entre a base governista e a oposição liderada por Flávio Bolsonaro (PL).
O texto dispensou o intervalo entre sessões, acelerando a tramitação no Senado.
Senado Federal aprovou, na noite de quarta-feira (14), em segundo turno, a PEC 221/2019, que altera a jornada de trabalho 6×1. A matéria já havia sido aprovada no primeiro turno no início da noite, mantendo o padrão de votação próximo entre as duas etapas e consolidando o novo regime trabalhista no plenário.
A deliberação definitiva ocorreu no mesmo dia, após a aprovação de um requerimento de quebra de interstício regimental, em meio a acusações trocadas entre a base governista e a oposição, liderada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições de 2026. A manobra permitiu que os membros discutissem a matéria sem o intervalo tradicional entre sessões, contribuindo para o encerramento rápido da tramitação.
Dispensa do intervalo entre as sessões permitiu que a pauta fosse analisada de forma contínua em uma única sessão, evitando interrupções e agilizando a conclusão do processo legislativo.
Comissão de votação registrou 75 votos a favor e 1 voto contra, segundo o registro oficial do Senado. O placar expressivo, visto como sinal de grande apoio à mudança, é interpretado por interlocutores como um indicativo de que o tema ganhou tração entre os senadores, independentemente de alinhamento partidário.
Contexto político envolve o debate sobre reformas trabalhistas e a estratégia do governo frente ao processo legislativo, incluindo tensões entre a base de apoio ao governo e a oposição que se posiciona com críticas à condução da pauta para 2026. A decisão, no entanto, foi confirmada de forma inequívoca em ambos os turnos, sinalizando consenso suficiente para a aprovação final.

