Resumo: O dólar abriu perto de R$ 5,00 e fechou em R$ 5,019, com queda de 0,58%, enquanto o Ibovespa fechou aos 208.295,98 pontos, alta de 1,57% e atingindo o maior nível desde 9 de outubro. O Brent recuou para US$ 108,79/barril (-0,69%). Movimentos são influenciados por dados dos EUA, câmbio, juros e fluxo externo; informações da Reuters, parceira do PrimeiroJornal.
Dólar e indicadores domésticos O dólar comercial encerrou o dia em R$ 5,019, com queda de 0,58%. Foi a terceira sessão seguida de baixa frente ao real. No mês de outubro, a moeda acumulou queda de 3,02%, e, em 2026, registrou recuo de 8,56%, conforme dados de mercado.
Ibovespa em alta O principal índice da B3 terminou o pregão aos 208.295,98 pontos, com alta de 1,57%. Ao longo do dia, chegou a 208.941,57 pontos, alta de 1,88% em relação ao fechamento anterior, abrindo espaço para o maior patamar desde 9 de outubro. O impulso veio do ingresso de recursos estrangeiros e da valorização de ações sensíveis a juros e atividade econômica.
Petróleo recua no exterior O Brent, referência global, fechou em US$ 108,79 por barril, queda de 0,69%. A demanda por energia ficou impactada por notícias de avanços potenciais em negociações entre Estados Unidos e Índia e Irã sobre o conflito no Oriente Médio, levando a uma pressão menor sobre preços. Em termos macro, a trajetória de preços de energia pode influenciar inflação e decisões de política monetária mundial.
Mercado e taxas O DXY, índice que mede a força do dólar diante de uma cesta de divisas, recuou cerca de 0,26% no fim da tarde. A queda do DXY ocorreu diante de dados imobiliários dos EUA mais fracos e das expectativas sobre o ritmo de cortes ou ajustes na política de juros. A redução nos rendimentos dos Tesouros dos EUA também favoreceu a atratividade de ativos de mercados emergentes, como o Brasil, contribuindo para a valorização do real.
Cenário doméstico No cenário interno, o otimismo em relação ao fluxo estrangeiro à bolsa ajudou a sustentar o real, em meio a incertezas sobre desdobramentos da disputa presidencial e a percepção de risco dos ativos. As informações refletem a leitura de traders sobre o ambiente macro e político neste período.
