Santana não aceita comandar campanha presidencial de Flávio Bolsonaro
Resumo: O marqueteiro João Santana foi convidado por Flávio Bolsonaro para liderar a campanha presidencial dele, mas recusou. A hipótese surgiu após Paulo Vasconcelos, nome escolhido por Flávio, não poder aceitar por compromissos com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Em seguida, Mônica Moura, mulher e sócia de Santana, informou que ele atuaria apenas em uma campanha em 2026 — ACM Neto, na Bahia — e, depois, Santana concordou em comandar a campanha de Ciro Gomes ao Governo do Ceará. Entorno de Flávio interpretou a recusa como possível resistência ideológica, sem atribuir motivação direta a Santana.
O marqueteiro baiano João Santana foi convidado para assumir a campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições, mas recusou o convite. A informação foi publicada pelo jornalista Gustavo Maia, no blog de Lauro Jardim, do jornal O Globo, nesta quinta-feira (29).
Segundo a publicação, o contato ocorreu antes do início oficial do período eleitoral, após Paulo Vasconcelos, nome preferido de Flávio para comandar a campanha, ter informado que não poderia aceitar o trabalho por já estar comprometido com o então governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
Um representante do senador procurou Mônica Moura, mulher e sócia de João Santana, para apresentar o convite. Após alguns dias, ela informou que o marqueteiro havia decidido trabalhar em apenas uma campanha nas eleições de 2026: a de ACM Neto (União), candidato ao Governo da Bahia.
Posteriormente, Santana também aceitou comandar a campanha de Ciro Gomes ao Governo do Ceará. De acordo com a publicação, integrantes do entorno de Flávio interpretaram a recusa como uma possível resistência ideológica ao senador. No entanto, a reportagem não atribuiu tal motivação diretamente a Santana.






