Coren-SP arquiva investigação do caso envolvendo Klara Castanho; entenda

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Órgão apurava a denúncia de que uma enfermeira vazou a informação que a artista, que foi vítima de estupro, engravidou e deu o filho para adoção

Reprodução/Instagram/klarafgcastanho

Klara Castanho

Klara Castanho, de 22 anos, teve um assunto íntimo exposto no ano passado

A investigação sobre o possível vazamento de informação envolvendo a atriz Klara Castanho foi arquivado pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP). O órgão analisava a denúncia de que uma enfermeira teria procurado jornalistas para vender a informação de que a atriz, que engravidou após ser vítima de um estupro, deu o filho para a adoção. “O Coren-SP realizou sindicância sobre o suposto vazamento de informações sigilosas em hospital no estado de São Paulo a partir das informações divulgadas pela atriz autora da denúncia em suas redes sociais. O conselho seguiu todos os ritos processuais, solicitou documentos à instituição hospitalar e convocou os profissionais do plantão à época do fato denunciado, porém não constatou a participação de nenhum profissional de enfermagem em relação ao vazamento de quaisquer informações sigilosas de pacientes, o que levou ao arquivamento do processo”, informou o órgão em nota. 

O Coren-SP também destacou que “não recebeu denúncia por parte da atriz quanto ao tema”. O caso se tornou público em junho do ano passado. A atriz decidiu se pronunciar sobre o assunto nas redes sociais após a informação vazar e ser divulgada de forma destorcida. “Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que eu sofri. Eu fui estuprada”, declarou na ocasião. O trauma vivido por Klara gerou repercussão nacional e após ficar um tempo reclusa, ela declarou: “Sei que muitos de vocês estão preocupados comigo, mas quero dizer que estou me cuidando, fazendo acompanhamento psicológico e sigo cercada de profissionais que estão trabalhando para a preservação dos meus direitos”. A Delegacia da Mulher segue investigando o caso e mantendo as informações sob sigilo. 

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