MPF aciona Justiça para proteger comunidades quilombolas impactadas por mineração em Nordestina

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma ação civil pública visando a suspensão das atividades da mina BRAÚNA 3, localizada em Nordestina, Bahia.

A exploração mineral tem causado danos sociais, ambientais e culturais às comunidades quilombolas locais sem a devida consulta prévia, livre e informada pela Liperi Mineração Ltda, empresa responsável pela operação.

O MPF solicitou a condenação da Liperi Mineração ao pagamento de R$ 10 milhões por danos coletivos às 12 comunidades quilombolas afetadas, com a destinação direta do valor em benefício dessas comunidades. Em caso de descumprimento, foi estipulada uma multa diária de R$ 10 mil à empresa.

Segundo o Ministério Público, apesar das licenças ambientais concedidas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), o processo de licenciamento não respeitou a obrigação de consulta prévia, livre e informada às comunidades impactadas, conforme estabelecido na Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MP recomenda suspensão de contratos de terceirização de R$ 38,7 milhões em Itapetinga

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) emitiu uma Recomendaça?o Administrativa orientando a suspensa?o e poss??vel anulac?a?o de contratos de terceirizac?a?o de servic?os administrativos...

Foco nos treinos: antes e depois de Mel Maia chama atenção

A atriz Mel Maia, 21 anos, entrou em uma nova fase de sua jornada fitness ao retornar aos treinos, com foco total e...

STF suspende julgamento sobre obrigatoriedade de informar direito ao silêncio já na abordagem policial

O Supremo Tribunal Federal suspendeu nesta quarta-feira o julgamento de um recurso que discute se a polícia é obrigada a informar o direito...