Império das Maquiagens: veja mansão de empresário que sonegou milhões

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Victor de Albuquerque Cavalcante, de 28 anos, proprietário da rede Império das Maquiagens (IDM), é alvo de uma investigação por suposta sonegação fiscal de R$ 18 milhões. Desde 2022, ele vive em uma mansão avaliada em R$ 3,5 milhões em Vicente Pires, onde exibe seu estilo de vida luxuoso para seus 159 mil seguidores nas redes sociais, mostrando carros de alto padrão e viagens internacionais.

A Mansão e os Veículos de Luxo

Na última terça-feira, a Polícia Civil e a Receita do Distrito Federal realizaram a operação chamada “Makeup” para investigar suspeitas de sonegação, lavagem de dinheiro e organização criminosa ligada às lojas da IDM. Este não é o primeiro problema da empresa; em setembro, ela já havia sido alvo de investigação por venda de produtos falsificados.

Entre 2019 e abril de 2025, a IDM registrou um faturamento de mais de R$ 250 milhões. No entanto, a empresa possui dívidas ativas de R$ 21,6 milhões no DF e R$ 3,7 milhões relacionados ao Simples Nacional, enquanto o casal realizava aquisições de imóveis e veículos.

A vida de luxo apresentada por Victor e sua esposa, Rubia Lays Medeiros da Silva, de 30 anos, foi um dos fatores que levaram à investigação. As denúncias indicam que o padrão de vida deles é incompatível com a trajetória de sete anos como empresários, especialmente considerando o rápido crescimento da rede de lojas.

Embora Victor tenha afirmado ter começado a carreira empresarial em 2016, a primeira empresa do grupo foi aberta em 2014 em nome de seu irmão. Ele e Rubia frequentemente publicam sobre sua vida luxuosa nas redes sociais, embora a maioria dos carros de luxo, como um Porsche e um Cadillac, esteja registrada em nome de terceiros.

A Operação Makeup

A operação realizada pela Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária cumpriu 11 mandados de busca e apreensão em várias localidades, como Vicente Pires, Ceilândia e Águas Claras. As medidas judiciais também incluem o bloqueio de bens de empresários e contadores relacionados às investigações, que já somam mais de R$ 18 milhões.

A investigação, que começou há seis meses, revelou uma organização criminosa atuando no setor de cosméticos desde 2019, utilizando empresas fictícias para sonegar impostos. Os envolvidos estariam usando lucros ilícitos para financiar suas vidas luxuosas, enquanto abririam novas lojas sob esquemas fraudulentos.

O empresário não retornou os contatos feitos pelo Metrópoles até a publicação dessa reportagem. O espaço permanece aberto para atualizações sobre o caso.

E você, o que pensa sobre este caso? Deixe sua opinião nos comentários e vamos discutir juntos!

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