Cristãos iranianos afirmam que a justiça está sendo feita

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Cristãos iranianos saudam ataques dos EUA e de Israel contra o Irã e defendem transição democrática

Teerã, capital do Irã, acompanhou as notícias de um bombardeio realizado pelos EUA e por Israel na manhã de 28 de fevereiro de 2026. Em resposta, uma rede global de cristãos iranianos saudou os ataques direcionados à liderança do país.

O grupo afirmou que se regozija com a notícia da morte do Líder Supremo Ali Khamenei, descrevendo-o como líder de um regime terrorista responsável pela morte de numerosas manifestantes durante a revolta.

Eles disseram que Khamenei foi diretamente responsável pela repressão recente da revolta no Irã e pela opressão dos cristãos, muitos dos quais foram obrigados a deixar o país ou permanecem na prisão, cumprindo longas penas.

Os iranianos cristãos apelaram aos líderes mundiais para apoiarem a ação militar dos EUA contra o Irã e ajudarem na reconstrução do país. Eles também defenderam a ideia de uma transição de poder segura, com o retorno dos iranianos exilados, incluindo o Príncipe Reza Pahlavi, e o estabelecimento de um governo democrático onde o Estado seja separado da religião e todos sejam iguais perante a lei, com liberdade religiosa garantida e fronteiras preservadas.

O arcebispo de Jerusalém, Hosam Naoum, reagiu de forma mais comedida, dizendo que o ciclo de violência se expandiu rapidamente. Ele pediu aos cristãos que se unissem em orações urgentes pelo Irã e por outros países afetados pela ação militar.

Ele pediu proteção para os inocentes — mãos, crianças e idosos — e desejou que os líderes dos Estados Unidos, de Israel e do Irã tenha uma mente sã para reconhecer a futilidade do derramamento de sangue e evitar uma catástrofe global.

O Papa Leão XIV também pediu o regresso ao diálogo, ressaltando que a estabilidade e a paz não se alcançam com ameaças ou uso de armas, mas por meio de um diálogo responsável, honesto e construtivo.

Essas declarações ilustram a complexa tensão no Oriente Médio, envolvendo Irã, EUA e Israel, com diversas vozes religiosas convidando à reflexão sobre caminhos de paz, liberdade religiosa e diálogo entre nações.

Como você lê o papel de líderes religiosos em crises internacionais? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e participe da conversa sobre paz, democracia e direitos humanos no Irã e na região.

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