Mulher é presa acusada de matar a própria filha durante discussão

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Resumo: Uma mulher de 50 anos foi presa em Botucatu, no interior de São Paulo, suspeita de matar a própria filha, de 27, em um caso registrado como feminicídio no Conjunto Habitacional Cohab VI. A vítima deixa dois filhos, de 8 e 2 anos, que estavam aos cuidados da avó. A gravidade do crime levou a polícia a pedir a prisão preventiva da suspeita, diante de antecedentes criminais e do contexto de violência doméstica.

Conforme o boletim de ocorrência, a Guarda Civil Municipal foi acionada para atender a uma desavença entre mãe e filha no domingo (5/4). Ao chegar ao local, os agentes encontraram Poliane Victoria Fernandes caída no chão, inconsciente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e a vítima foi levada ao Hospital das Clínicas da Unesp, onde ocorreu o óbito.

Em depoimento, a suspeita, Sandra Regina Batista, afirmou que Poliane teria saído para ingerir bebidas alcoólicas, deixando dois netos sob seus cuidados. Segundo ela, a discussão envolvendo Poliane em frente à residência cresceu após a jovem ter entrado em casa; a briga teria virado agressão, com Poliane dando um tapa no rosto de Sandra e proferindo ofensas. Ainda de acordo com a versão apresentada, Sandra alegou ter segurado a filha pelos cabelos e apertado o pescoço na tentativa de conter a briga, momento em que Poliane teria perdido a consciência.

O caso foi registrado como feminicídio, em razão de envolver violência doméstica e a morte de Poliane Victoria Fernandes. Diante da gravidade dos fatos e do histórico criminal de Sandra Regina Batista, a equipe responsável pelo caso solicitou a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, para assegurar continuidade das investigações e a proteção dos familiares da vítima.

Poliane Victoria Fernandes era mãe de dois filhos, um de oito anos e outro de dois. A família relatou que a filha havia deixado os meninos sob os cuidados da avó no momento do ocorrido. A comoção na cidade agora gira em torno dos desdobramentos da investigação e da avaliação das circunstâncias que levaram a esse desfecho trágico.

A Polícia Civil deverá aprofundar as investigações para confirmar as versões apresentadas e esclarecer as responsabilidades no contexto de violência doméstica que culminou na morte. A atuação da Guarda Civil Municipal e do Samu também é objeto de apuração interna, a fim de entender a resposta operacional diante de uma ocorrência tão sensível e grave.

Palavras-chave: feminicídio, Botucatu, Cohab VI, violência doméstica, Polícia Civil, Guarda Civil Municipal, Poliane Victoria Fernandes, Sandra Regina Batista.

Se você acompanhou o caso ou tem opiniões sobre como a violência doméstica é tratada pela Justiça e pela polícia, compartilhe seus pensamentos nos comentários. Sua participação ajuda a ampliar o diálogo sobre a proteção de famílias e a prevenção de tragédias semelhantes.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Coronel Cleide será a primeira mulher a comandar a PMMG em 251 anos

Belo Horizonte – Pela primeira vez em 251 anos, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) terá uma mulher no comando-geral. Nesta terça-feira,...

Surfista brasileiro é atingido no peito por peixe durante sessão de surfe na Costa Rica

Fabiano Duarte Costa, 42 anos, surfista brasileiro natural de Governador Celso Ramos, litoral norte de Santa Catarina, foi atingido por um peixe durante...

Polícia investiga se corpos achados em SP são de produtores de funk

Quatro corpos foram encontrados enterrados em um terreno na região de Heliópolis, Zona Sul de São Paulo. A polícia investiga a possibilidade de...