Em entrevista, procuradora-geral diz que quer levar PGDF “ao século 21”

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Diana de Almeida Ramos assumiu a Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) com a missão de modernizar o órgão, ampliar o diálogo com os moradores de Brasília e fortalecer a presença feminina na liderança. Ela enfatiza levar a PGDF para o século 21, com foco em tecnologia, atendimento mais ágil e gestão de pessoas.

Ao longo de quase 30 anos de carreira, Diana atuou em áreas como saúde, fiscalização, meio ambiente e operações militares. Agora à frente da instituição, ela busca aproximar a PGDF da população e facilitar o atendimento, defendendo o uso ampliado de tecnologia e, quando possível, de inteligência artificial para otimizar serviços. Ela afirmou que pretende chegar ao século 21 para simplificar o contato com o público.

O déficit de pessoas é uma preocupação. Em setores-chave, há unidades funcionando com poucos servidores. A Secretaria de Economia já mapeia as necessidades e estima mais de 120 cargos vagos na carreira de apoio. Há 23 aprovados no último concurso que podem entrar na lista de convocação, mas não há data definida, pois o calendário eleitoral impõe restrições pela Lei Distrital n° 7.843/2026.

A representatividade feminina: Diana é a terceira mulher a chefiar a PGDF e ressalta a importância de ter mais mulheres em posições de liderança no sistema de Justiça. Mãe de três filhas, ela afirma que a trajetória mostra que todos os espaços são acessíveis às mulheres e que a legislação voltada à proteção feminina precisa de aplicação efetiva.

Sobre o BRB, a PGDF atua como sócio controlador, defendendo os interesses do Distrito Federal. A instituição classifica o BRB como um patrimônio essencial, especialmente pelo crédito rural e pela execução de programas sociais, buscando soluções jurídicas seguras que representem o DF.

A nova gestão reforça o diálogo com os moradores da cidade, a modernização institucional e a aposta em ferramentas modernas para a Justiça. E você, qual a sua opinião sobre a modernização da PGDF e o papel das mulheres na liderança pública? Compartilhe nos comentários e participe da conversa.

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