Elon Musk diz que a empresa de implantes cerebrais Neuralink em breve produzirá “milagres científicos do nível de Jesus”

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Em uma participação virtual na 9ª Cúpula Internacional de Mobilidade Inteligente Samson, em Israel, Elon Musk revelou que a Neuralink está próxima de lançar tecnologias do nível de Jesus. O bilionário afirmou que os próximos desenvolvimentos visam devolver visão e mobilidade a pacientes com deficiências graves, com o primeiro implante para o que chama de “visão cega” ainda neste ano, oferecendo uma visão inicial que pode evoluir com o tempo.

Segundo Musk, quem já ficou sem a visão, mesmo que com a cegueira total ou nascimento sem visão, poderá receber uma visão limitada inicialmente, mas com a promessa de uma percepção muito mais precisa no futuro. A ideia é combinar interfaces cérebro-computador com IA para restaurar sentidos essenciais, começando pela visão e pela mobilidade de tetraplégicos.

A conversa também abordou o avanço da Tesla em direção autônoma, robôs humanoides e o futuro da SpaceX. Musk usou referências bíblicas para ilustrar a magnitude das conquistas, ao mencionar milagres de Jesus na restauração da visão, para enfatizar a importância dessas tecnologias para a vida das pessoas.

Sobre a condução autônoma baseada apenas em câmeras e IA, Musk disse acreditar que, no fim, será pelo menos dez vezes mais segura que a direção humana. Veículos com FSD já operam sem monitores de segurança em três cidades do Texas, com previsão de ampla implantação nos EUA até o final do ano.

Olhando adiante, o magnata estima que, em dez anos, cerca de 90% da distância percorrida a pé poderá ser substituída por IA em carros autônomos. Ele também defende o robô humanoide Optimus e projeta um futuro em que máquinas inteligentes coexistam com a humanidade, lembrando que esse cenário traz riscos, como o conceito do Exterminador do Futuro, mas mantendo-se otimista sobre o papel da IA.

Musk ainda afirma que o objetivo é mitigar riscos da superinteligência, buscando uma simbiose entre humanos e inteligência digital. Ele afirma que já somos parcialmente ciborgues, pois nossos aparelhos eletrônicos são uma extensão de nós mesmos, o que fortalece a visão de um amanhã em que tecnologia e humanidade caminham juntas.

E você, o que acha dessas promessas e riscos da Neuralink e da IA avançada? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como imagina o impacto dessas inovações no seu dia a dia.

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