Brasileira que atuava como au pair em Martinica denuncia agressões físicas e psicológicas
A brasileira Giselle Matias denunciou ter sofrido agressões físicas e psicológicas durante trabalho como au pair em Martinica, ilha francesa no Caribe. De acordo com o relato, o pai das crianças que ela estava cuidando a agrediu, confiscou seu passaporte e celular após um desentendimento sobre os filhos, e ela precisou de atendimento médico para retornar ao Brasil.
Ela afirmou ter sido arrastada pelo chão, ter o passaporte e o celular roubados e ter sido impedida de deixar o país. Só conseguiu retornar ao Brasil após buscar ajuda médica no hospital.
“Eu fui agredida, arrastada pelo chão, tive o meu passaporte, meu celular roubado e eu fui privada de sair daqui do país, de várias formas, sofri violência psicológica e física”, disse a vítima pelas redes sociais. “Eu consegui recuperar meu celular, porque ele devolveu, deixou lá no hospital e deixou meu passaporte”, completou.
Antes de aceitar o trabalho, Giselle afirmou ter conversado durante meses com a família anfitriã, recebendo vídeos das crianças estudando e brincando, e acreditando ser uma família real. “A proposta que eles me fizeram era boa… Nunca imaginei que pessoas ruins pudessem fazer esse tipo de coisa ruim com os filhos presentes”, afirmou.
Ela também revelou que o contrato de trabalho era falso e que a intenção do empregador não era que ela fosse babá dos filhos; segundo suas declarações, a jovem pretende processar o responsável, sem deixar de buscar vias legais para se defender.
De acordo com informações obtidas junto ao Metrópoles, parceiro do PrimeiroJornal, o caso envolve a suposta fraude no contrato de trabalho. A reportagem do veículo aponta que a vítima precisou de atendimento médico no hospital antes de retornar ao Brasil.
Este conteúdo é fornecido pelo Metrópoles, parceiro do PrimeiroJornal, e replicado com transparência editorial para manter os fatos verificáveis e sem extrapolações.

Crédito: Metrópoles
