O empresário e investidor imobiliário britânico Samuel Leeds afirmou que vai custear a defesa jurídica de pregadores de rua que sofrerem hostilidade da polícia do Reino Unido por ministrarem o Evangelho. A declaração veio após a repercussão do caso do evangelista conhecido como Brother Christivie, que teve sua pregação interrompida por um policial em Londres.
“Se algum pregador de rua sofrer hostilidade da polícia do Reino Unido por pregar a Palavra de Deus, eu pagarei pessoalmente por advogados cristãos de primeira linha do país para representá-lo no tribunal”, afirmou Leeds em um vídeo no Instagram.
Ao defender a liberdade dos cristãos para pregar o Evangelho, o empresário afirmou que a Grã-Bretanha precisa de Deus. “A única esperança para a Grã-Bretanha agora é voltar-se para Deus e arrepender-se de joelhos. Não deveria ser ilegal para um cristão pregar a Palavra de Deus em um país cristão”, disse ele. “Portanto, meu talão de cheques está pronto para ser assinado. Não me importo com o custo, eu pagarei as suas despesas jurídicas”, acrescentou.
Relembre o caso
A declaração de Samuel ocorreu após o caso do pregador que foi interrompido por um policial enquanto evangelizava na Leicester Square, uma das regiões mais famosas da capital inglesa.
Durante a pregação, o cristão teve sua ministrância interrompida por um policial após uma declaração baseada na Bíblia ser considerada ofensiva. O pregador contestou a alegação e continuou explicando que sua fala não estava direcionada para nenhum grupo específico.
Após a interrupção, Christivie voltou a pregar a Palavra de Deus para todos que passavam pelo local. Ele permaneceu defendendo seu direito de pregar o Evangelho em público e afirmou que estava disposto a enfrentar as consequências legais, se necessário.
O episódio reacende o debate sobre liberdade de expressão e direito de pregar em espaços públicos no contexto britânico, com Leeds colocando o tema como prioridade para quem pratica a fé em locais públicos.
Participe da discussão nos comentários: qual é o equilíbrio entre fé, expressão pública e normas de convivência em espaços urbanos?
