Resumo Um policial militar da reserva invadiu uma quadra de futebol no Paranoá, DF, disparando três vezes para o alto enquanto crianças brincavam no local. A ação foi contida rapidamente pela PMDF, que apreendeu a arma: uma pistola calibre .40 com oito cápsulas não deflagradas.
Segundo dados do Portal da Transparência do GDF, José Brasil Alves de Freitas, 56 anos, ingressou na reserva da PMDF como primeiro-sargento. A última remuneração líquida registrada dele foi de R$ 12.557, em maio deste ano.
A pistola usada é calibre .40, com oito cápsulas não deflagradas, e foi apreendida pela polícia logo após os disparos.
Entenda o caso
- A confusão ocorreu dentro de uma quadra de futebol no Paranoá, na noite de terça-feira (14/7).
- Testemunhas afirmam que José Brasil estava incomodado com o barulho e realizou o primeiro disparo ao entrar no local.
- Como o som dos tiros não foi contido, houve a continuidade da ação com novos disparos, conforme relatos de quem estava na quadra.
- Alguns presentes passaram a filmar a situação, na tentativa de conter o autor.
- Em um dos vídeos, além de fazer gestos obscenos, ele ainda tentou dar um tapa em um dos presentes.
Ao chegar ao local, a Polícia Militar informou que a equipe iniciou tratativas com o suspeito, que apresentava comportamento visivelmente alterado, fala desconexa, nervosismo e agitação.
“Em entrevista com a esposa, ela relatou que seu marido faz uso de medicamento controlado e que o tratamento não estava tendo a eficácia esperada, indicando que o companheiro se encontrava em aparente surto psicótico”,
Diante do risco à integridade física de todos — somado à notícia dos disparos —, a PMDF disse ter feito o ingresso tático para controlar a situação, desarmá-lo e garantir a segurança.
A corporação também informou que abriu procedimentos apuratórios contra o autor, incluindo a avaliação sobre a suspensão do porte de arma.
Não toleramos desvios de conduta dos nossos integrantes, sejam da ativa ou da reserva, e aplicaremos as medidas previstas em lei com rigor e imparcialidade, garantiu a PMDF.
A gestão do caso reforça a importância da resposta das autoridades em situações de risco em espaços públicos. E você, qual é a sua opinião sobre como lidaram as autoridades e quais medidas deveriam ser tomadas daqui em diante? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e participe da discussão.
