Resumo – Em Bacabal (Maranhão), a mãe de dois irmãos desaparecidos solicita à Polícia Federal a inclusão de Agatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4, na Difusão Amarela da Interpol. A PF informou que o pedido será analisado pela Interpol. Investigações na Flórida relacionadas a 163 crianças resgatadas em operação contra tráfico são mencionadas pela família. DNA será checado em São Luís; identidade dos meninos ainda não foi confirmada.
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Em Bacabal, no Maranhão, Clarice Cardoso solicitou à Polícia Federal que inclua seus filhos, Agatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4, na Difusão Amarela da Interpol. O pedido foi apresentado nesta quarta-feira (9) pela mãe e será avaliado pela PF, que disse que adotará os procedimentos necessários para eventual encaminhamento à Interpol.
A Difusão Amarela é um mecanismo da Interpol — a polícia internacional que reúne 196 países — destinado a auxiliar na localização de pessoas desaparecidas. A PF esclareceu que cabe à própria organização decidir a inclusão de nomes em seus alertas.
Após o encaminhamento pela autoridade policial competente, cabe à Interpol analisar as informações e decidir sobre a publicação e o compartilhamento do alerta com os países membros da organização, explicou a PF.
Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, parceira do PrimeiroJornal, a mãe informou ter sido contatada pela Interpol para verificar se seus filhos integram o grupo de 163 crianças resgatadas em uma operação de combate ao tráfico de pessoas na Flórida, nos Estados Unidos, no final de agosto.
Nas redes sociais, a advogada da família, Nathaly Moraes, informou que foi coletado sangue na Superintendência da PF em São Luís para checagem de DNA e confirmar se os papéis genéticos batem com as crianças encontradas na Flórida.
Até o momento, a identidade das crianças de Bacabal não foi confirmada pelas autoridades dos EUA ou pela Interpol. A PF também não confirmou se as crianças maranhenses estavam entre os resgatados.
Os irmãos foram vistos pela última vez em 4 de janeiro, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, onde brincavam em uma área de mata. Não há suspeitos divulgados até o momento.

Crédito: Agência Brasil
