Noblat aponta que o repúdio sob encomenda expôs a falta de comando de Flávio Bolsonaro e o amadorismo na pré-campanha
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Noblat aponta que o repúdio forçado a uma fala misógina exposta no episódio envolvendo Flávio Bolsonaro revelou amadorismo, falta de comando e desordem na pré-campanha do senador.
O programa analisa o atraso de Flávio em se manifestar contra as declarações de Paulo Figueiredo, que afirmou que mulheres solteiras “votam mal”. O que parecia uma defesa do eleitorado feminino, na prática, soou como um teatro montado para aparar arestas.
A explicação de que o repúdio seria uma ação coordenada por Paulo Figueiredo, o braço que orienta a atuação na campanha, ficou clara em vídeo em que ele admite ter instruído Flávio a fazer do episódio uma “limonada” e a desautorizar a intervenção pública. Isso mostra que o senador falaria apenas com a autorização de um superior.
Noblat sustenta que esse movimento, apresentado como solução, acabou virando um tiro no pé da oposição. Em vez de amenizar o dano do machismo aliado, a revelação de que o parlamentar atua como fantoche enfraqueceu ainda mais a credibilidade da campanha, já bagunçada.
Ao tentar limpar a barra com narrativa artificial, Flávio acabou expondo a própria falta de comando e a desordem interna que transforma seus planos para o Planalto em uma piada nos bastidores.
E você, como interpreta esse episódio? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo.
