Keisuke Honda acende o debate sobre o futuro da seleção japonesa ao oferecer-se para comandar a equipe, após a eliminação do Brasil nas oitavas de final do Mundial de 2026, em Houston. A proposta, feita publicamente, coloca o ex-camisa 10 no centro das discussões, ainda que o Japão ainda não tenha iniciado o debate oficial sobre o próximo ciclo.
A Federação Japonesa de Futebol reagiu de forma cautelosa. Sem sinalizar a saída de Hajime Moriyasu, o diretor técnico Masakuni Yamamoto elogiou a coragem de Honda ao se colocar à disposição e ressaltou o respeito que o talento do ex-jogador ainda merece dentro da estrutura da seleção japonesa.
Para Yamamoto, a avaliação do planejamento para os próximos anos é que definirá o caminho. Ele destacou que a próxima Copa do Mundo, a Copa da Ásia e a nomeação do treinador serão analisadas passo a passo, levando em conta diversos aspectos, sem pressa para decisões definitivas.
A repercussão ganhou ainda mais peso após Honda postar na rede social X que estaria disposto a assumir por apenas uma temporada, desde que o desempenho na próxima Copa da Ásia determine o futuro do projeto. Ele afirmou estar pronto para esse desafio e mencionou a possibilidade de renovação temporária, com demissão caso o resultado não agrade.
Aos 40 anos, Honda não tem uma carreira consolidada como técnico, mas já é visto como referência de uma geração que elevou o futebol japonês no cenário internacional. Com Moriyasu no comando, o debate sobre o próximo ciclo já está em curso, colocando o nome do ex-jogador entre as possibilidades para o futuro.
E você, como enxerga o futuro da seleção japonesa? Honda no comando, Moriyasu mantendo o posto ou outra opção ganhou força? Compartilhe sua leitura nos comentários e participe da conversa sobre o destino do futebol japonês.
