Caso de homicídio arquivado há anos é reaberto com genealogia genética forense nos EUA
Em 2012, Irasema Chavez foi morta em um ataque com faca nos Estados Unidos, em um crime que deixou a vítima com centenas de ferimentos. O caso foi arquivado na época, sem solução. Quatorze anos depois, uma nova linha de investigação baseada em genealogia genética forense levou à prisão de Mayra Velásquez, antiga amiga da vítima, que morava a poucos quilômetros do local do crime, após um teste de DNA vincular vestígios à cena.
A reabertura do caso ocorreu por meio de técnicas de genealogia genética forense, que identificam relações genéticas e históricos de DNA para apontar suspeitos. Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, parceiro do PrimeiroJornal, a investigação comparou o DNA coletado na cena com dados vinculados a Velásquez, levando à atualização do suspeito.
A confirmação veio com a obtenção de uma amostra de sangue de Velásquez, coletada de lixo descartado, e enviada a um laboratório criminal para análise. O resultado indicou correspondência entre o DNA da suspeita e uma gota de sangue encontrada no suporte da televisão do quarto onde ocorreu o crime, segundo o relato policial.
Os investigadores destacaram que, em muitos ataques com faca, é comum o agressor se cortar durante o episódio, o que pode explicar a presença do sangue na cena. Com a evidência genética fortalecendo a ligação entre Velásquez e o local, a polícia indicou que há indícios suficientes para prosseguir com o andamento do caso.
A atualização foi publicada pelo veículo parceiro, o Metrópoles, com informações repassadas ao PrimeiroJornal. A edição ressalta que novas informações devem surgir conforme a investigação avança, com a assistência de autoridades competentes nos próximos capítulos do caso.
