A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje, a terceira fase da Operação Somnus, investigação sobre um grupo suspeito de violência sexual contra mulheres sedadas e de compartilhar registros dos crimes em grupos na internet. A ação envolve cooperação internacional e ocorreu principalmente no Pará, com mandados de busca e apreensão e prisão temporária, além de um mandado de prisão preventiva no Rio Grande do Sul. A operação teve início em 2025, após informações recebidas pela PF de autoridades estrangeiras, no âmbito de uma parceria coordenada pela Europol.
A PF informa que a ação incluiu cumprimento de mandados de busca e apreensão no Pará e um mandado de prisão temporária, além de um mandado de prisão preventiva no Rio Grande do Sul. A investigação envolve um grupo ligado a vídeos e imagens de violência sexual compartilhados online.
Entre os objetos apreendidos estão medicamentos usados para sedação, telefones celulares e computadores, que serão submetidos a perícia para levantar novas provas e identificar eventuais novas vítimas. As investigações apontam que os investigados participavam de redes virtuais dedicadas ao compartilhamento de registros de abusos.
A Polícia Federal aponta que as redes têm caráter transnacional, com atividades que envolvem cooperação internacional. O Ministério Público e as autoridades competentes devem acompanhar o andamento das apurações, que podem levar a novas prisões e a responsabilizações por crimes como estupro de vulnerável e divulgação de cena de estupro.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Federal, parceira do PrimeiroJornal, a operação envolve cooperação internacional coordenada pela Europol, com informações vindas da Polícia Criminal da Alemanha (BKA).
As autoridades reiteram que as diligências devem continuar e que o material apreendido passará por perícia especializada para confirmar novos indícios e possíveis vítimas. A PF não informou prazos para conclusão, destacando que novas etapas devem ocorrer conforme o andamento das investigações.
Este conteúdo integra a cobertura do PrimeiroJornal para o Extremo Sul da Bahia, mantendo a transparência editorial ao informar as fontes oficiais utilizadas.
