Resumo: Aston Martin encerra a sexta-feira de treinos no GP dos EUA, em Austin, com 101 voltas, testando três compostos e buscando evolução do AMR26 ante Singapura. Potência nas retas ainda preocupa; Stroll e Alonso trabalham para avançar no Q1, e Pedro de la Rosa destaca necessidade de melhorar o equilíbrio do carro.
Palavras-chave: Aston Martin, GP dos EUA, Austin, F1, treinos livres
Aston Martin encerrou a sexta-feira de treinos no GP dos Estados Unidos, em Austin, com um total de 101 voltas divididas em duas sessões. A equipe realizou testes com três compostos de pneus para entender o desempenho do AMR26 frente ao que foi visto em Singapura e avaliou mudanças de setup para o carro.
No TL1, os pilotos Stroll (Rolando como piloto de fábrica) e Fernando Alonso partiram com pneus Médios, migrando aos Macios nos 15 minutos finais. Já no TL2, a dupla iniciou com Duros, percorreu a sessão com Macios e encerrou com o composto mais resistente para finalizar os treinos.
“Trabalhamos em nosso programa de testes e focamos em melhorar o carro ao longo do dia”, disse Stroll. “Talvez estejamos um pouco melhores do que em Singapura, embora ainda falte potência nas retas. As curvas parecem mais fortes, o que é positivo.”
Apesar da percepção de evolução, o canadense manteve a cautela sobre a classificação. “Sair do Q1 vai ser difícil, mas não se pode baixar a guarda”, completou, sinalizando que a equipe seguirá analisando os dados para ajustes antes das atividades de sábado.

Crédito: XPB Images
Pedro de la Rosa, chefe de desempenho da equipe, acrescentou que os dois carros apresentaram tempos próximos e cumpriram o programa, mas reiterou a necessidade de melhorar o equilíbrio. “No geral, foi uma sexta-feira boa para nós, porém há trabalho a fazer para aperfeiçoar o equilíbrio do carro, e os limites da pista precisam ser observados”, comentou, destacando a importância de não exceder os limites de pista durante as voltas.
