Cruzeiro e Atlético-MG fazem acordo com Procuradoria após briga generalizada e expulsões

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Resumo: Na final entre Cruzeiro e Atlético-MG, episódios de expulsão deram origem a um acordo disciplinar. As sanções preveem quatro partidas de suspensão para cada clube e uma multa de R$ 400 mil para as equipes, ainda dependentes da homologação do Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais. O pacote envolve ações sociais com doações para a Zona da Mata mineira e programas de combate à violência no futebol, com validade inicial prevista apenas para a edição de 2027 do Campeonato Mineiro.

A proposta, apresentada ao plenário do tribunal nesta terça-feira, é classificada como uma transação disciplinar. Além das sanções, prevê ações sociais, com doações para a Zona da Mata mineira e programas de combate à violência no futebol, reforçando o compromisso das equipes com a integridade esportiva.

Dois atletas inicialmente denunciados não receberam punições imediatas: Vitor Hugo, do Atlético-MG, e Lucas Silva, do Cruzeiro. Ambos não foram expulsos durante o episódio que motivou a denúncia.

O caso tramita com urgência no tribunal, que deve apreciá-lo rapidamente. A Procuradoria solicitou a suspensão do andamento até a validação formal do acordo, visando assegurar a conformidade jurídica das medidas.

As suspensões não valerão em competições nacionais, como o Campeonato Brasileiro ou a Copa do Brasil, e valerão apenas na edição de 2027 do Campeonato Mineiro, conforme o acordo entre as partes.

Ao todo, o TJD denunciou 25 jogadores: 13 do Cruzeiro e 12 do Atlético-MG, além do massagista Aluizio Carlos dos Santos. As acusações baseiam-se nos artigos 257 e 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que tratam de participação em tumulto e de agressão física, respectivamente.

As medidas refletem o esforço de reduzir a violência nos estádios e reforçam a ideia de responsabilização que caminha junto com campanhas de conscientização. Os clubes assumem o compromisso de campanhas sociais e de programas educativos para a torcida e a cidade.

Gostou da leitura? Deixe seu comentário com a sua opinião sobre se as punições são suficientes para desencorajar novos episódios de descontrole nos jogos e sobre o papel da educação no equilíbrio entre competição e segurança.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Polícia prende foragido por tráfico de drogas durante operação no Nordeste de Amaralina

Um homem de 31 anos foi preso nesta segunda-feira (27) pela força policial na Rua São Raimundo, no Nordeste de Amaralina,...

Para o TSE: “Ou restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos!”

PL usa deep fake em convenção para lançar Flávio Bolsonaro PL realizou, durante a sua convenção, uma apresentação com deep fake da imagem...

Denúncias de agressão contra crianças aumentam 17,25% em 2026

BrasilPainel do Ministério dos Direitos Humanos aponta 140.280 denúncias de violência física contra crianças e adolescentes no 1º semestre de 2026 No primeiro...