Morre, aos 73 anos, a desembargadora do TJDFT Maria de Lourdes Abreu

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Morreu a desembargadora Maria de Lourdes Abreu, aos 73 anos, integrante do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e ouvidora-geral da corte. A magistrada faleceu na noite de quarta-feira (18/3), no Hospital Sírio-Libanês, em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Ela estava afastada do TJDFT desde o ano passado para tratar da saúde. O corpo deve ser cremado no Crematório de Valparaíso (GO) na próxima sexta-feira (20/3). Natural de Goiânia, Maria de Lourdes teve trajetória marcada pela atuação dedicada ao serviço público e à Justiça.

Ao longo da carreira, Maria de Lourdes Abreu atuou no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e, em seguida, integrou o TJDFT. Ela passou a atuar na Corte em novembro de 2014, quando foi nomeada pela então presidente da República, Dilma Rousseff. Em maio de 2024 foi eleita ouvidora-geral do TJDFT, tomando posse no mês seguinte, função que desempenhava até o afastamento recente para tratar da saúde.

A morte provocou manifestações de pesar. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, lamentou a perda por meio das redes sociais, destacando a dedicação da magistrada à Justiça. Segundo ela, a trajetória de Maria de Lourdes foi marcada pela dedicação incansável ao serviço público e à defesa do Direito. Celina Leão ressaltou a integridade, a firmeza e o compromisso com a aplicação da lei como traços centrais de sua atuação, deixando claro o exemplo que foi para colegas e para a comunidade jurídica.

Contribuição de Maria de Lourdes Abreu para a Justiça do Distrito Federal e para a formação de novas gerações de profissionais foi amplamente reconhecida. A vice-governadora ressaltou que a desembargadora construiu um legado de integridade, firmeza e compromisso com a observância do Direito. Sua atuação refletiu respeito às instituições, sensibilidade diante de causas que exigiam equilíbrio e responsabilidade, além de uma trajetória marcada pela defesa da ordem jurídica e pela proteção das garantias legais.

Natural de Goiânia, a magistrada teve atuação de relevância no MPDFT antes de ingressar no TJDFT e consolidou, desde 2014, uma vida dedicada ao Judiciário. A decisão de cremar o corpo em Valparaíso, em Goiás, reforça suas raízes regionais e o vínculo com a região onde iniciou sua trajetória. O luto institucional no Distrito Federal reforça a importância de líderes comprometidos com a ética, a transparência e a responsabilidade na gestão pública.

A comunidade jurídica da cidade acompanha com respeito o desfecho de uma carreira que se destacou pela consistência e pelo serviço à Justiça. Embora as homenagens ocorram nos bastidores do Judiciário, o legado de Maria de Lourdes Abreu permanece como referência para magistrados, servidores e estudantes de direito que a viam como exemplo de conduta profissional e dedicação.

Se você acompanhou a trajetória da desembargadora ou tem lembranças sobre o trabalho dela na Justiça, compartilhe seus pensamentos nos comentários. Sua opinião ajuda a manter viva a discussão sobre a atuação do Judiciário e o legado de quem dedicou a vida ao serviço público. Envolva-se e contribua com a memória de uma carreira que marcou a cidade e a região.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Homem é encontrado morto em avançado estado de decomposição em imóvel de Itapuã

Um homem, ainda não identificado, foi encontrado morto em avançado estado...

Polícia dos EUA investiga tiroteio com “múltiplas vítimas” em Seattle

MundoTiroteio com feridos durante festival Bite of Seattle no Seattle Center é alvo de investigação neste domingo (26/7)O Departamento de Polícia de Seattle...

Milei acusa Brasil de financiar ‘campanha antiargentina’ e agrava crise diplomática

O presidente da Argentina, Javier Milei, acusou neste domingo (26) que...