Racha entre BMWs no Lago Sul deixou adolescente com fratura exposta

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No Lago Sul, Brasília, um racha entre duas BMWs deixou uma adolescente de 16 anos com fratura exposta e outras três jovens feridas. O acidente ocorreu no dia 19 de setembro do ano passado, por volta das 15h, na QI 23, e as investigações indicam um consumo prolongado de álcool pelo grupo. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) conduz o caso em segredo de justiça, priorizando a apuração das circunstâncias que levaram ao episódio.

A jovem de 16 anos era passageira no banco traseiro da BMW X4. O impacto foi tão violento que o veículo acabou colidindo com um poste, resultando na fratura exposta no braço — uma lesão grave que exigiu intervenção cirúrgica imediata. Além dela, outras três ocupantes sofreram ferimentos moderados, incluindo escoriações e uma fratura no nariz, todas socorridas após o acidente.

As apurações, realizadas pela 10ª Delegacia de Polícia, apontam que o grupo passou mais de 24 horas consumindo bebidas alcoólicas, com encontros em residências, passagem por um bar em Águas Claras e consumo de álcool, inclusive por menores de idade. Mesmo diante desse cenário, os motoristas decidiram colocar o carro à frente, alimentando a sequência de racha.

Conforme o inquérito, o condutor da BMW 118i teria provocado o outro veículo ao acender faróis em alta intensidade, dando início à perseguição que culminou na colisão grave.

O delegado-chefe da unidade responsável, Laércio Rosseto, afirmou que situações como essa recebem atenção máxima das autoridades. “Trabalhamos para preservar vidas e esse tipo de conduta criminosa precisa ser combatida. Temos muitas crianças, pessoas idosas e moradores circulando pelas ciclovias da região, e podem ser atingidos por veículos desgovernados que participam de rachas”, completou.

Os dois motoristas envolvidos foram indiciados por racha e embriaguez ao volante, após exames no Instituto Médico Legal confirmarem a ingestão de álcool. Um terceiro ocupante também foi responsabilizado por incentivar a disputa, evidenciando um esquema de participação no ato criminoso.

O processo tramita em segredo de justiça, com a identidade dos envolvidos preservada. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do acidente e as consequências para as vítimas, além de ampliar o entendimento sobre a cadeia de responsabilidades.

Este caso serve de alerta aos moradores da cidade sobre os riscos dos rachas e do consumo de álcool entre jovens. Qual é a sua opinião sobre medidas de prevenção, fiscalização e responsabilização nesses episódios? Deixe seu comentário e participe da discussão.

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