OMS reduz drasticamente o número de casos suspeitos de ebola na África Central, de 906 para 116, até 2 de junho de 2026, com 330 casos já confirmados. Na República Democrática do Congo (RDC), 321 casos foram confirmados, incluindo 48 mortes, e na Uganda, nove casos foram detectados, com uma morte. O surto teve início em 15 de maio, na província de Ituri, no nordeste da RDC.
A OMS explica que a vigilância continua atuante: qualquer pessoa identificada por meio de vigilância ou que procure atendimento com sintomas compatíveis permanece como caso suspeito até a conclusão dos testes. Embora muitos casos suspeitos sejam descartados, a vigilância permanece necessária para interromper a transmissão e confirmar ou afastar os riscos do vírus.
A origem do surto está ligada a Ituri, uma região marcada por conflitos. O vírus, transmitido por contato próximo e fluidos corporais, pode provocar febre hemorrágica grave. Autoridades ressaltam que o vírus já circulava de forma silenciosa semanas antes da confirmação oficial.
Este relatório enfatiza a importância da vigilância contínua, do acesso a centros de saúde e da rápida testagem para evitar novos aumentos. A situação pede atenção constante das autoridades sanitárias, bem como coordenação entre RDC e países vizinhos para evitar a propagação do vírus.
E você, o que acha das medidas de vigilância e da resposta internacional diante de surtos de doenças graves como a Ebola? Compartilhe suas opiniões nos comentários e participe da conversa sobre como fortalecer a saúde pública na região.
