Fundado em 1917, o Correio do Sertão é o segundo jornal mais antigo da Bahia. A Fundação Pedro Calmon comanda a digitalização de suas edições históricas, preservando o patrimônio de Morro do Chapéu e ampliando o acesso público ao conteúdo da região.
A iniciativa ocorre em duas fases. A primeira, concluída em 2022, digitalizou as edições de 1917 a 2006. A segunda, iniciada na segunda-feira (6) e encerrada na quinta-feira (9), abrangeu as edições de 2007 até junho de 2026, mantendo os arquivos em formato digital.
Com o acervo digital, pesquisadores, estudantes e o público em geral ganham acesso facilitado e seguro, reduzindo o risco de deterioração física das notas e ampliando a disponibilidade do conteúdo sobre política, sociedade, cultura e economia do sertão baiano e da Chapada Diamantina.
Entre os registros, há relatos da chegada dos primeiros automóveis à região, além de fatos marcantes da vida pública local, como a emancipação de Morro do Chapéu, oferecendo um panorama sobre a evolução histórica do município ao longo das décadas. O diretor Edson Vasconcelos destaca o valor do projeto para a memória local.
O próprio Edson ressalta que as edições digitalizadas deverão ficar disponíveis, em breve, no site do jornal para assinantes, fortalecendo a presença do Correio do Sertão e assegurando que as próximas gerações tenham acesso às memórias da cidade. E você, o que acha dessa iniciativa de preservação histórica? Compartilhe sua opinião nos comentários.
