Resumo rápido: as convenções partidárias em Minas Gerais começaram a acelerar a definição de nomes para o governo em outubro, com o Senado em destaque nas pesquisas e várias siglas ajustando alianças. Mesmo com a proximidade das decisões, a definição de pretensos candidatos permanece em aberto, mantendo o cenário político turvo.

Belo Horizonte – O início das convenções, marcado para esta semana, aponta a reta final para a formação das chapas. O principal desafio continua sendo o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), líder nas pesquisas, que ainda não confirmou se disputará o Governo de Minas.
Enquanto isso, o quadro entre siglas não está definido: PT, PV e PCdoB, além de PL e Republicanos, ainda não anunciaram seus pré-candidatos oficiais. A indefinição no PT pode mudar após reunião marcada para hoje em Belo Horizonte, com o deputado Patrus Ananias tentando consolidar o nome da federação de esquerda.
Entre as apostas de bancada, o PSD espera ampliar significativamente sua presença na Assembleia e no cenário federal, segundo Simões. Já o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), vê a convenção como momento para relembrar as ações à frente do Executivo municipal e do Atlético, destacando obras e investimentos públicos.
O MDB aposta na convenção para deixar claro o radio de atuação local, com Gabriel Azevedo afirmando que seu nome pode constar na ata como governador, enquanto admite conversas para alianças, caso surjam oportunidades. Do mesmo modo, Jarbas Soares (PSB) afirma estar pronto para as convenções e para a campanha, sem se aprofundar em detalhes.
Indira Xavier (Unidade Popular) vê a convenção como ponto de partida para apresentar o programa de governo e convidar o povo para engajar no projeto. Do PSOL, Maria da Consolação enfatiza que o partido ainda precisa de reuniões para alinhar a tática eleitoral. Já Túlio Lopes (PCB) projeta foco em disputas por governo e pela bancada, com vínculos fortes aos movimentos sindicais.
O candidato Ben Mendes (Missão) informa que as chapas para deputados já estão completas, destacando o vigor de quem quer lutar por um Brasil e por Minas melhores. Já Rafael Duda (PSTU) ressalta limitações financeiras, porém pretende manter uma campanha voltada aos trabalhadores e às camadas mais pobres da população.
Veja as datas das convenções
- UP – 20 de Julho
- Missão – 22 de Julho
- PL – 23 de Julho
- PSTU – 24 de Julho
- PCB – 25 de Julho
- Psol e Rede – 26 de Julho
- PDT – 26 de Julho
- PT, PV e PCdoB – 31 de Julho
- MDB – 1º de Agosto
- União PP – 1º de Agosto
- PSB – 2 de Agosto
- PSD – 2 de Agosto
- Republicanos – 5 de Agosto
As convenções prometem movimentar o cenário político mineiro, com cada partido defendendo sua visão para Minas e anunciando metas para o governo estadual. A tendência é que as decisões finais contribuam para a formação de alianças-chave e marquem o tom da campanha que se aproxima.
E você, o que espera dessas convenções? Conte nos comentários quais nomes você acha que devem sair fortalecidos ou quais alianças você considera mais estratégicas para Minas Gerais nesta eleição.
