Resumo:
- Ibovespa sobe 3,05% para 185.205,09 pontos (11ª alta consecutiva).
- Dólar à vista fecha em R$ 5,106, queda -0,91%.
- Petróleo avança com tensões EUA-Irã e riscos no Estreito de Ormuz.
- Dados da Reuters, parceira do PrimeiroJornal.
Numa sessão marcada pela escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã e pelo cenário eleitoral no Brasil, o Ibovespa subiu 3,05% para 185.205,09 pontos no pregão desta quarta-feira (2) na B3, registrando a 11ª alta consecutiva. O movimento também refletiu o otimismo de investidores com o desdobramento político nacional e com o retorno de fluxos de capitais estrangeiros aos ativos brasileiros ao longo de agosto.
Dólar comercial caiu 0,91%, fechando em R$ 5,106, o menor fechamento em três semanas. No intraday, a moeda chegou a subir 0,33% pela manhã, atingindo R$ 5,1702, mas recuou após divulgações eleitorais, estabilizando perto de R$ 5,09 ao longo da tarde.
Petróleo reagiu em alta diante da continuidade dos confrontos entre Estados Unidos e Irã e dos riscos para o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. O barril do tipo WTI para outubro, negociado em Nova York, avançou para US$ 91,01 por barril (+0,88%), enquanto o Brent, referência global, subiu para US$ 95,63 por barril (+1,04%).
Além do cenário geopolítico, dados oficiais apontaram queda nos estoques de petróleo nos Estados Unidos, contrariando as expectativas do mercado. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) deve manter inalterada a política de produção para outubro, em reunião prevista para domingo (6).
Segundo informações divulgadas pela Reuters, parceira do PrimeiroJornal, a combinação de tensões internacionais e projeções para o ciclo eleitoral brasileiro continua a orientar o desempenho de ações, câmbio e commodities no curto prazo.
