Saiba quem são as amigas que planejaram morte do ex de uma delas no DF

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As duas amigas presas na última sexta-feira (10/11) suspeitas de planejarem a morte de Geves Alves da Silva, 41 anos, são Aila Lopes Neves (foto em destaque) e Stephanie Karoline Silva Vieira. A vítima foi assassinado a tiros em Ceilândia, em abril último.

Geves era ex-marido de Aila, mandante do crime, e foi executado por dois homens que passaram de moto na rua onde ele estava. Equipes da 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro) prenderam as duas amigas depois de descobrirem que o assassinato havia sido planejado.

Stephanie teria prestado auxílio material a Aila, segundo as investigações. A dupla acompanhou a rotina da vítima, comprou uma motocicleta em um leilão — o mesmo veículo usado no crime — e contratou matadores de aluguel para assassinar Geves.

Veja imagens: 

Os investigadores também encontraram imagens de câmeras de segurança que mostraram o carro de uma das envolvidas rondar a casa da vítima, antes e no dia da execução.

Geves foi assassinado depois de sair de um culto, em uma igreja na região. A vítima morreu na hora. Os homens envolvidos não tiveram os nomes divulgados pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

Motivação e prisões A motivação do crime, segundo a PCDF, teria relação com um suposto receio da ex-mulher de Geves de que ele conseguisse a guarda do filho dos dois.

Além disso, Geves teria cometido violência moral e física contra a ex, segundo depoimentos. Os investigadores também descobriram haver um seguro de vida em nome dele, cujo valor chegou a ser pago à mandante do crime após a morte da vítima.

Presas preventivamente, as duas amigas não tinham antecedentes criminais. Durante interrogatório na delegacia, ambas ficaram em silêncio. Caso condenadas, elas podem receber penas de até 30 anos de reclusão.

As investigações prosseguem, a fim de identificar os suspeitos de atirar em Geves. A 15ª DP pede que, caso alguém tenha informações sobre o caso, entre em contato com a PCDF pelo telefone 197. O sigilo da identidade dos denunciantes é garantido.

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