PF indiciou 25 empresários por corrupção e fraude em licitações na Overclean

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: A Polícia Federal indiciou 25 empresários e agentes públicos na Operação Overclean, deflagrada em dezembro de 2024, por corrupção, fraude em licitações e desvio de recursos na Bahia. A investigação aponta pagamento de propina para contratos com prefeituras em pavimentação e limpeza urbana, com movimentação estimada de R$ 1,4 bilhão. Entre os indiciados estão José Marcos Moura, Fábio e Alex Parente, além de ex-coordenadores do Dnocs na Bahia e outros 22 investigados. A PF ressalta que a apuração teve nove fases e está parada desde o começo do ano, após mandados de busca e apreensão envolvendo o deputado federal Félix Mendonça (PDT) e outros três parlamentares, ainda sem indiciamento.

Segundo informações do Uol, parceiro do PrimeiroJornal, a PF investiga possível desvio de verbas federais em contratos com prefeituras de diversos municípios, envolvendo fundos de entidades como Dnocs e Codevasf, com atuação em áreas de pavimentação e limpeza urbana.

A apuração aponta que o grupo atuava mediante pagamento de propina para obter contratos com prefeituras, o que resultaria no desvio de dinheiro público. A operação, que já teve nove fases, teve início com ações de busca e apreensão, e já identificou contratos superfaturados e fraudes em licitações, conforme as autoridades.

Além de Moura, aparecem como indiciados Lucas Maciel Lobão Vieira e Rafael Guimarães de Carvalho, ex-coordenadores do Dnocs na Bahia, além de outros 22 investigados, entre agentes públicos e empresários, conforme a PF.

Os crimes atribuídos aos investigados incluem fraude à licitação, peculato, organização criminosa, embaraço à investigação, corrupção e lavagem de dinheiro.

A operação teve nove fases, mas está paralisada desde o início deste ano, quando houve busca e apreensão contra o deputado federal baiano Félix Mendonça (PDT). Além dele, são alvo da apuração os parlamentares Elmar Nascimento (União), Vicentinho Júnior (PP-TO) e Dal Barreto (União); a PF afirma que, nestes casos, ainda não houve indiciamento.

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