Resumo: Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo reuniram-se com integrantes da equipe de Donald Trump, no Departamento de Estado, em Washington, para defender sanções contra ministros do STF (incluindo Alexandre de Moraes). Moraes seria mantido designado pela Ley Global Magnitsky, com a reinclusão na lista SDN do OFAC. Reunião ocorreu após o STF julgar parte do Caso Master. Fonte: CNN Brasil, parceira do PrimeiroJornal.
O encontro ocorreu nesta quarta-feira (16), no Departamento de Estado, em Washington, entre o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e o empresário Paulo Figueiredo com integrantes da equipe de Donald Trump. O objetivo foi defender sanções contra ministros do STF: Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes.
Segundo Figueiredo, Moraes permanece formalmente designado pela Ley Global Magnitsky e não haveria motivo para reinclusão dele na lista SDN do OFAC, que havia retirado o ministro em dezembro de 2025. “Nossa posição é a de que Moraes continua sob a designação da Lei Global Magnitsky e que não há razão para que ele não seja reincluído na lista SDN do OFAC”, afirmou à CNN Brasil.
Figueiredo também informou que foram solicitadas medidas contra Flávio Dino e Gilmar Mendes, sob a alegação de que os dois ministros estariam prestando “apoio material a um indivíduo designado” e, por isso, deveriam ser incluídos nas sanções. A reunião aconteceu um dia após o STF julgar o relatório da Polícia Federal no âmbito do Caso Master.
De acordo com Figueiredo, a crise institucional brasileira e o combate ao crime organizado estiveram entre os principais temas. O empresário também mencionou críticas atribuídas a Trump sobre o enfrentamento ao tráfico de drogas no Brasil. Em documento enviado pelo Congresso dos EUA, na terça-feira (15), o presidente norte-americano afirmou que o governo brasileiro teria falhado no enfrentamento aos grupos PCC e Comando Vermelho e defendeu medidas mais agressivas contra as facções.

